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AJUDE A PEA A AJUDAR OS ANIMAIS
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Não maltrate os animais! São também filhos de Deus e irmãos nossos, menores, que não adquiriram a faculdade do raciocínio abstracto. Mas são amigos que precisam de nossa ajuda e carinho.... Não lhes imponha trabalhos demais. Alimente-os bem. Trate-os em suas enfermidades. Faça com essas criaturas de Deus, que dependem de você, o mesmo que você gosta de receber dos Anjos do Bem
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domingo, 10 de março de 2013
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Café mais caro do mundo guarda traços de crueldade animal
Posted: 20 Nov 2012 11:54 AM PST
Produção do Kopi Luwak, bebida feita a partir das fezes de um mamífero chamado civeta, tem forçado os animais a uma situação debilitante, revela reportagem do The Guardian
Da Revista Exame | Quanto vale um café produzido a partir de fezes e doses de crueldade animal? A pergunta, que parece de mau gosto, tem seu porquê. Segundo uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian nesta segunda-feira, o café Kopi Luwak, dono da fama de mais caro do mundo, pode esconder maus-tratos aos animais.
Isso porque a produção da bebida – feita na Indonésia a partir das fezes de um mamífero chamado civeta – tem forçado os animais a uma situação debilitante e que vem sendo denunciada por grupos de proteção aos animais.
De acordo com o jornal, o aumento da procura por esse café raro tem levado os produtores a confinar os civets em jaulas e alimentá-los compulsoriamente a fim de garantir uma produção “em massa” dos grãos gourmet. Os grãos de café são extraídos das fezes do civeta e higienizados, conferindo um sabor suave e caramilizado, segundo seus apreciadores. Nos EUA, o preço do quilo pode passar de mil reais.
Não para aí. Grupos conservacionistas ouvidos pelo jornal disseram que algumas espécies em extinção do animal estão sendo submetidas a esse tratamento, como o binturong, considerado “vulnerável” pela IUCN. “Os civetes são retirados do meio natural e têm de suportar condições horríveis. Eles lutam para ficar juntos, mas são separados e têm de suportar uma dieta muito pobre em gaiolas muito pequenas”, denucia ao jornal Chris Shepherd, da Ong Traffic.
O Guardian visitou uma loja de café na ilha de Sumatra, onde um civet fêmea era mantido em uma jaula apertada na parte de trás das instalações. Sua prole de dois jovens foram separados dela. Outra 20 gaiolas estavam dispostas sobre telhado da loja, longe dos olhos do visitante comum
A preocupação com o bem estar dos animais já soa o alarme entre grandes conhecedores da bebida. Em outubro, o especialista em café Oliver Strand, que escreve para o New York Times, afirmou em uma entrevista à NPR: “O problema é que ele [café] se tornou um bem de luxo tão desejado que os produtores começaram a enjaular os animais e alimentá-los com grãos que não estão maduros”. E resume: “Há um mercado ‘fetichizado’ para o café que tem incentivado práticas menos éticas”.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Os animais curam o Homem /Animal de Poder
Animal de Poder
"Se você falar com os animais, eles irão falar com você.
E assim, vocês conhecerão um ao outro.
Se você não falar com eles, não os conhecerá....
...E aquilo que você não conhece, você teme
....E aquilo que se teme, se destrói.”
Chefe Dan George
Os
animais, dentro do xamanismo, são vistos como arquétipos, símbolos de
energias que existem e que podemos encontrar e manifestar dentro de nós.
A sabedoria existente em um animal específico, não está necessariamente ligada com sua aparência ou com os pré-conceitos e crenças criados a respeito do mesmo pelo homem.
Cada pessoa tem seu “animal de poder” ou “totem”, que corresponde às características que aquela pessoa necessita desenvolver, aprender e manifestar em si em determinado momento de sua vida. O animal de poder é requisitado em todos os trabalhos xamânicos.
O animal de poder é que escolhe a pessoa e não o contrário. É importante não deixar que o ego interfira no seu processo de encontro com o animal de poder. Muitas vezes a pessoa deseja que seu animal de poder seja o mais bonito ou mais forte em sua opinião, e esses desejos do ego acabam atrapalhando a apresentação do animal que ela realmente necessita.
É importante lembrar que nenhum animal é melhor ou pior que outro.
Uma vez que se descobre o animal de poder, devemos estabelecer um relacionamento com o mesmo. Deve-se invocá-lo para realizar suas tarefas, visualiza-lo freqüentemente perto e dentro de você, e buscar aprender a desenvolver e manifestar suas características.
* Lembrar que quando acessamos o animal de poder, a energia não vem de fora, e sim o que já existe dentro de nós.
Apesar de todos termos um totem específico, outros animais podem se apresentar para determinada pessoa, dependendo do trabalho que a mesma está realizando.
É muito importante estarmos atentos aos sinais e mensagens que o arquétipo do animal está nos passando. Eles podem aparecer em sonhos, jornadas, no seu dia a dia, na mente, etc...
Também é importante estarmos atentos para a forma que a animal se mostra: tamanho, estado de espírito, cor, saúde, olhar , movimento, etc... Para aprofundarmos nas características de um animal e compreendermos a completude do que ele tem para nos dizer, é interessante estudarmos o anima: seu habitat, hábitos, o que come, medos, presas, sons que manifesta, etc...
A sabedoria existente em um animal específico, não está necessariamente ligada com sua aparência ou com os pré-conceitos e crenças criados a respeito do mesmo pelo homem.
Cada pessoa tem seu “animal de poder” ou “totem”, que corresponde às características que aquela pessoa necessita desenvolver, aprender e manifestar em si em determinado momento de sua vida. O animal de poder é requisitado em todos os trabalhos xamânicos.
O animal de poder é que escolhe a pessoa e não o contrário. É importante não deixar que o ego interfira no seu processo de encontro com o animal de poder. Muitas vezes a pessoa deseja que seu animal de poder seja o mais bonito ou mais forte em sua opinião, e esses desejos do ego acabam atrapalhando a apresentação do animal que ela realmente necessita.
É importante lembrar que nenhum animal é melhor ou pior que outro.
Uma vez que se descobre o animal de poder, devemos estabelecer um relacionamento com o mesmo. Deve-se invocá-lo para realizar suas tarefas, visualiza-lo freqüentemente perto e dentro de você, e buscar aprender a desenvolver e manifestar suas características.
* Lembrar que quando acessamos o animal de poder, a energia não vem de fora, e sim o que já existe dentro de nós.
Apesar de todos termos um totem específico, outros animais podem se apresentar para determinada pessoa, dependendo do trabalho que a mesma está realizando.
É muito importante estarmos atentos aos sinais e mensagens que o arquétipo do animal está nos passando. Eles podem aparecer em sonhos, jornadas, no seu dia a dia, na mente, etc...
Também é importante estarmos atentos para a forma que a animal se mostra: tamanho, estado de espírito, cor, saúde, olhar , movimento, etc... Para aprofundarmos nas características de um animal e compreendermos a completude do que ele tem para nos dizer, é interessante estudarmos o anima: seu habitat, hábitos, o que come, medos, presas, sons que manifesta, etc...
Os animais curam o Homem
Nas sociedades tribais existe
a figura e a presença do xamã, cuja tarefa, (naqueles que são
espiritualmente evoluídos) é a de ajudar na cura da alma. Os xamãs
verdadeiros curam a partir da presença divina que habita neles e na
verdade são veículos de luz divina, e contam com o auxílio do que chamam
de "totens internos", que em algumas tradições são nomeados de animais
de poder.
Já nas sociedades ditas
civilizadas, ou contemporâneas, a ciência de modo geral aniquilou a
figura ou a presença do xamã, e teve que recorrer á novos especialistas
na arte da cura: o médico, o terapeuta, o psicólogo.
No entanto, um dos pontos de onde o xamã obtinha sucesso na cura ainda não foi totalmente reconhecido pelos novos curadores - médicos, terapeutas e psicólogos - que é justamente o núcleo anímico do ser.
Foi então que os animais domésticos, como o gato, o cachorro, alguns pássaros; tornaram-se curadores de alma. Eles atuam na revitalização de determinados aspectos do núcleo anímico do ser; favorecendo a cura de, por exemplo: de tendências a estados depressivos, de tristezas, de mágoas, solidões. existme casos que inclusive o animal se auto-sacrifica pelo seu paciente, que pensa que é o dono do animal, mas na verdade é um paciente.
Portanto caros amigos, vamos prestar toda honra aos nossos auxiliares de jornada de vida, os animais.
No entanto, um dos pontos de onde o xamã obtinha sucesso na cura ainda não foi totalmente reconhecido pelos novos curadores - médicos, terapeutas e psicólogos - que é justamente o núcleo anímico do ser.
Foi então que os animais domésticos, como o gato, o cachorro, alguns pássaros; tornaram-se curadores de alma. Eles atuam na revitalização de determinados aspectos do núcleo anímico do ser; favorecendo a cura de, por exemplo: de tendências a estados depressivos, de tristezas, de mágoas, solidões. existme casos que inclusive o animal se auto-sacrifica pelo seu paciente, que pensa que é o dono do animal, mas na verdade é um paciente.
Portanto caros amigos, vamos prestar toda honra aos nossos auxiliares de jornada de vida, os animais.
Kaká Werá
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Os animais curam
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Hoje ainda é muito pouco comentado sobre a doença do carrapato,
mas é bom que se saiba que não é apenas uma e sim várias as doenças e
quando transmitidas a humanos estas são causadas por Vírus que na
contaminação causam um tipo de encefalite, febre hemorrágica conhecida
por Congo-Criméia, febre hemorrágica de Omsk, febre do colorado
transmitida pelo carrapato, encefalite de Powassan.
No caso das bactérias- bacilos
Gram-negativos, erlíquias, febres maculosas, doença de Lyme, que é uma
febre causada pelo carrapato, e outras.
A babesiose, do protozoário babésia, é
muito parecida ao da malária, sendo que existem três espécies que causam
doença ao ser humano.
O perigo é eminente, já que o carrapato é
muito resistente, muito difícil de ser combatido de um todo, e pode
atacar a qualquer tempo, e o que é pior, as doenças são muito difíceis
de serem detectadas, já que elas agem lentamente, e muitas vezes elas
são confundidas com outras doenças infecciosas.
Vários microrganismos podem ser transmitidos pela saliva do carrapato-vermelho-do-cão (Foto: Wikimedia Commons)
Os sintomas dessas infecções são: febre, anemia (a gengiva e a parte rosada dos olhos ficam muito pálidas) e apatia (tristeza). A pele e as mucosas podem ficar amareladas e a urina pode ficar muito escura, de cor marrom parecida com um chá mate.
Fique atento: se o seu cãozinho apresentar esses problemas, não dê remédios a ele por conta própria! É melhor levá-lo ao veterinário, que vai indicar a medicação correta para tratar tanto os microrganismos quanto a infestação pelos carrapatos. Luciano dá a dica: “As universidades públicas e Centros de Controle de Zoonoses prestam serviço gratuito de orientação veterinária”.
O melhor a se fazer é procurar um veterinário e informar-se dos cuidados que você deve tomar.
Dermatite por Lambedura
Dermatite por Lambedura
por Tudo sobre Cachorros em Doenças, PSICOLOGIA, SAÚDE
Conforme os anos passam, a rotina das pessoas de maneira geral fica mais intensa e os animais domésticos acabam passando boa parte do tempo sozinhos e recebendo cada vez menos atenção. A chegada de uma criança nova em casa, um ambiente desconhecido ou a negligência dos donos desencadeiam a mesma sensação em alguns animais: tédio, estresse, depressão.
Assim como nós, os cães também resolvem procurar o que fazer nesses momentos e acabam desenvolvendo a mania de lamber uma determinada parte do corpo, normalmente as patas. Ou seja, são lesões auto-induzidas – provocadas pelos próprios animais.
Por quê isso acontece?
“Na depressão canina e felina, a falta de neurotransmissores muitas vezes desencadeia um comportamento crônico, excessivo e estereotipado, que se exterioriza através da lambedura de partes mais distais do corpo.
A possível explicação para o desencadeamento deste tipo de comportamento deve-se ao fato de que em animais submetidos a estresse, supõe-se que ocorra um aumento dos níveis dos hormônios indutores dos melanócitos e adrenocorticotrópicos, levando a uma maior produção de endorfinas, gerando o comportamento anormal de lambedura, devido ao seu efeito narcótico. As lesões ocorrem mais frequentemente na porção dorsal de membros anteriores e posteriores, bem como, na região abdominal.” – segundo o site Center Vet.
Sintomas
a) Lambedura constante e excessiva em mesmo local (muitas vezes além de lamber o pêlo, o animal também o mastiga);
b) Falha no pelo em uma determinada região;
c) Formação de lesão que geralmente apresenta-se circular, devido à alta contaminação da boca dos animais.
Estas lesões podem agravar-se, resultando em infecções secundárias com pus. Outros sintomas também correlacionados são: o emagrecimento sem causa aparente, a irritabilidade e mudanças nos hábitos de higiene, no caso de gatos. Estes sintomas são correlacionados porque fazem parte do quadro de estresse e depressão, como foi visto anteriormente.
Tratamento
A primeira medida para que o tratamento seja bem-sucedido é a correção do fator desencadeante da doença. Não adianta tratar a pele do cão se o cenário continua o mesmo e ele continua estressado e deprimido. Porém muitas vezes é difícil encontrar a causa primária e para que isso aconteça é preciso que o dono do animal relate todos os detalhes da vida do animal para o veterinário no ato da consulta.
Segundamente, o distúrbio poderá ser tratado com ansiolíticos por no mínimo 30 dias. É importante reiterar que a Dermatite Patogênica, apesar de ser apresentada como uma doença do corpo, é na verdade uma doença mental, que precisa de tratamento psicológico. Normalmente o tratamento varia de 2 a 4 meses.
As lesões devem ser higienizadas com produtos anti-sépticos de 2 a 4 vezes ao dia e xampu terapêutico 1 ou 2 vezes por semana, dependendo da gravidade do quadro. Nos casos em que a contaminação das lesões for muito grave (dermatite úmida aguda), recomenda-se associar ao tratamento tópico, um antibiótico via oral.
É importante que durante o tratamento o animal seja mantido com colar cervical, para evitar recontaminação das lesões, pois durante a administração dos remédios ele ainda estará sob influência do distúrbio e continuará lambendo a região.
Como faço pro meu cão não ter novamente?
Como todos os distúrbios comportamentais, as dermatites psicogênicas tem difícil tratamento e podem se tornar recorrentes. Como a causa muitas vezes deve-se ao atual tipo de vida dos donos, não existe uma forma de prevenir se o animal irá desenvolver o distúrbio. O que se aconselha são passeios constantes, deixar sempre disponíveis brinquedos para que os animais se distraiam quando estiverem sozinhos, e dar o máximo de atenção possível a eles.
Aprenda como fazer para deixar seu cão sozinho em casa evitando que ele fique estressado ou deprimido.
Fonte: Center Vet
Lavrador sobe 150m em montanha a pé e resgata cadela isolada há 40 dias
Cachorro chegou a 110 metros de altura, segundo os bombeiros (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
A cadela que estava há cerca de 40 dias no topo de um paredão
rochoso, na cidade de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, foi
retirado do local por um morador que resolveu subir a montanha a pé. O
Corpo de Bombeiros tentou três vezes o resgate, uma delas durou mais de
cinco horas, sem sucesso. O animal foi retirado na segunda-feira (30) e,
nesta quarta-feira (1°), foi levado ao veterinário.O morador Dário de Jesus, que subiu a montanha, contou a ajuda de um colega, que ficou ao solo. A ação ocorreu tendo como suporte e segurança uma corda. “A gente ficou contente, né, ela naquele sofrimento ali”, conta. A montanha tem cerca de 150 metros de altura e o animal estava em área a cerca de 40 metros do topo.
Na clínica, a veterinária avaliou a saúde da cadela, que está sendo hidratada com soro e ficará em observação até se restabelecer. “Pelo sofrimento daquela cachorrinha é o mesmo de nós estarmos sofrendo aqui também. A gente viu o sofrimento dela. Hoje nos sentimos muito alegre de ver já resgatada aquela cachorrinha”, conta o produtor rural Abel Alves, que participou da iniciativa.
No dia 19 de julho, os sete bombeiros que subiram a montanha na operação que durou mais de cinco horas foram surpreendidos porque o cachorro se afastou da equipe no momento em que um dos militares conseguiu descer de rapel até o ponto onde o animal estava. O local é de difícil acesso. A primeira tentativa ocorreu no dia 18, mas choveu e o resgate foi cancelado.
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Defesa dos Animais
sábado, 12 de maio de 2012
suporte e qualquer equipamento para cães especiais
Erliquiose canina – como evitar e tratar
Erliquiose canina – como evitar e tratar
O que é a Erliquiose canina?
É uma grave doença infecciosa que acomete animais da família canidae que são lobos, cães e chacais. O primeiro registro dessa enfermidade no Brasil foi em 1973, na cidade de Belo Horizonte. Teve diversas nomenclaturas no passado como: pancitopenia tropical canina, riquetsiose canina, tifo canino, síndrome hemorrágica idiopática, febre hemorrágica canina, moléstia do cão rastreador e, atualmente é denominada erlichiose monocítica canina (EMC).
O que causa essa grave doença?
Causada principalmente pela bactéria Erlichia canis, tem como vetor (transmissor) o carrapato Rhipicephalus sanguineus, chamado comumente de carrapato vermelho ou carrapato marrom do cão. A transmissão também pode acontecer durante transfusões sanguíneas ou através de agulhas ou instrumentais cirúrgicos contaminados. O mesmo carrapato transmissor da erliquiose é responsável pela transmissão da Babesiose, outra doença infecciosa que pode ocorrer juntamente junto com a erliquiose, agravando ainda mais o quadro do cão contaminado.
Como o cão se contamina? Ao picar um cão contaminado, o carrapato transmite a doença para outro cão sadio que venha a picar também. O sangue do primeiro cão contaminado é inoculado no cão sadio através do carrapato Rhipicephalus sanguineus.
Quais os sinais e sintomas apresentados pelo cão contaminado pela Erlichia canis?
A fase inicial da infecção ou fase aguda, geralmente traz um quadro de febre, que pode variar entre 39,5 ºC e 41,5 ºC. Em geral, o animal apresenta ainda perda de apetite, com conseqüente perda de peso. Pode apresentar ainda fraqueza muscular. Alguns cães, que apresentam quadro mais grave na fase aguda, podem apresentar secreção nasal, param totalmente de se alimentar, apatia, depressão, sangramento nasal, urina com sangue (hematúria), sangramento digestivo, náuseas, vômitos, inchaço nas patas, dificuldade para respirar. A fase aguda pode durar cerca de 4 semanas e, se não for muito intensa ou se o animal permanece por longos períodos sozinho, pode passar desapercebida pelo proprietário. Alguns animais apresentam a doença numa forma subclínica, isto é, sem sinais e sintomas aparentes. Os proprietários mais atenciosos podem perceber palidez de mucosas, perda de apetite e/ou inchaço nos membros. Quando avaliado pelo veterinário, geralmente é detectada anemia, sinal de algum sangramento que não foi notado. Em alguns cães a infecção pode ser persistente e, quando o sistema imunológico do animal não for capaz de combater e eliminar a bactéria, este apresentará a fase crônica da doença. Nestes, a doença adquire características de doença auto-imune, comprometendo todo o sistema imunológico, reduzindo as defesas para outras infecções. Além da anemia, fraqueza, o animal pode ser acometido por infecções secundárias, oportunistas, causando pneumonia, diarréia, lesões na pele, etc…Ao exame de sangue, percebe-se uma queda de plaquetas, que são responsáveis pela coagulação sanguínea, o que causará sangramentos crônicos (sangramento nasal, no aparelho digestivo, etc). Dessa forma, o animal ficará fraco, apático, sentindo-se sempre cansado, devido à anemia.
Como é feito o diagnóstico da erliquiose?
Os sintomas apresentados pelo cão no início da doença (fase aguda) não são específicos e podem levar a diversas suspeitas diagnósticas, dificultando a detecção da doença. Outros fatores, se observados podem ajudar no diagnóstico como, por exemplo a presença do carrapato no animal ou no ambiente e a ocorrência da enfermidade em outros cães da região. O diagnóstico pode ser feito através do exame de sangue. Após colhido o sangue pelo veterinário, será encaminhado para laboratório e, através de esfregaço ou testes sorológicos, pode ser detectada a doença.
A erliquiose tem cura?
Sim, tem cura se tratada adequadamente. As chances de cura são maiores quando o tratamento é iniciado precocemente. Quando tratada no início da doença, após cerca de 48 horas após o início do tratamento já pode ser observada melhora no estado geral do animal.
Como é tratada a erliquiose?
A doença é tratada com o uso do antibiótico “DOXICILINA” , em qualquer fase da doença. A duração do tratamento vai depender da fase da doença em que o cão se encontra. Na fase aguda, o tratamento deve ser instituído por 21 dias. Para os animais na fase crônica, o tratamento pode durar até 8 semanas. O combate ao carrapato transmissor da doença é muito importante para o tratamento, evitando o risco de re-infecção e de transmissão a outros animais sadios. Para tal, devem ser utilizados carrapaticidas no ambiente e também no animal. A coleira anti carrapato deve ser usada pelo cão, bem como produtos em banho medicinal e de aplicação na pele.
Os humanos pode pegar erliquiose?
Não há relatos de casos de erliquiose canina em humanos, entretanto, outros tipos de bactéria erlichia, que não a canis, podem transmitir outro tipo de erliquiose para humanos, também através de carrapatos. A incidência de erliquiose em humanos tem tido um aumento significativo nos Estados Unidos. Felizmente, ainda há poucos casos diagnosticados no Brasil. Importante: Devido à dificuldade no diagnóstico da erliquiose, por ser doença que apresenta várias fases e diversos sintomas com gravidade variada,os cães devem ser submetidos periodicamente a consultas e exames de sangue, principalmente se residem em áreas endêmicas.
A prevenção também se faz pela higienização do animal e do ambiente. A presença do carrapato pode ser evitada através do tratamento do ambiente com carrapaticidas.
Cuide da sua casa e do seu grande amigo e combata essa grave doença ! Leve o seu bichinho para exames periódicos.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Os 10 Mandamentos da Posse Responsável
Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
Plácido e a turma do barulho!
Plácido e a turma do barulho
Dos 15 cães que moram na casa do Plácido, 14 às vezes latem um pouco, na definição do professor e da sua mãe, Dona Wanda. Mas segundo eles não é o tempo todo. Latem para o lixeiro, como todo bom cachorro, mas também latem para os funcionários que medem a água e a luz. Latem também para o carteiro e inclusive comem algumas correspondências.
Foto: Blog devastacao.wordpress.com
Foto: Blog devastacao.wordpress.com
Os cães do Plácido têm o péssimo hábito de latir para os gatos que andam sobre o muro e o telhado e por extensão latem para os passarinhos que pousam nos fios elétricos. Se alguém tocar a campainha ou bater palmas, eles latem para avisar. Se passar bicicleta ou moto na rua também. Basicamente só latem nestes momentos. Fora isso quando venta forte, quando tem trovão, quando faz muito calor ou muito frio, quando passa avião, caminhão ou cachorro na porta de casa. Também não gostam do apito do vigia no meio da madrugada, nem sirene de ambulância. Quando as crianças jogam bola na rua e quando escutam o estouro de fogos de artifício, aí eles latem mesmo, com vontade. Fora estes momentos, eles são bem silenciosos.
A casa do Plácido fica em uma rua bem erma, sem saída, de um lado tem um terreno baldio, mas do outro tem a casa do Sr. Mauro, que andava reclamando da “latição”. Depois de alguns bate bocas entre a família do Sr. Mauro e a família do professor, o vizinho acabou por entrar na justiça, pedindo a retirada dos cães, alegando excesso de barulho. O juiz lhe deu razão, e agora Plácido tinha 24h para retirar os cães, sob pena de serem recolhidos ao canil municipal.
- Senhor Mauro, veja bem, tenho estes cães há vários anos, todos recolhidos da rua.
- Seu Plácido, eu não quero nem saber. Desde que mudei para cá nunca tive sossego. Seus cachorros latem o dia inteiro e a noite inteira também. Sabe, Seu Plácido, estou bem de vida, minha casa era para ser o paraíso. Tenho TV de plasma, Seu Plácido, eu tenho home theather, tenho aparelho de som, cafeteira expressa, tenho até um chess long, sabe o que é isso? Coisa de gente fina. Seu Plácido, na minha casa eu tenho de tudo, menos uma coisa, sabe o que? Sossego. Silêncio. Porque seus cachorros não deixam, e a sua mãe também, que conversa alto com eles o tempo todo. Tomara que a justiça leve todos eles embora mesmo.
Plácido, agoniado com a possibilidade de perder os cães foi se aconselhar com a Deinha, sua amiga e camarada de proteção animal.
- Deinha, vou ter que tirá-los daqui mesmo, nem que seja por alguns dias, até o assunto esfriar. Ou os levo para a clínica da Dra. Flávia, ou para a casa do Cidão, que ofereceu ajuda.
- Pelo amor de Deus, seu Plácido, não leva para o Cidão não, que ele não é do bem. Ele vai jogar o seu problema na internet, pedir dinheiro e usar para outra coisa. Lembra do caso daquele cachorrinho que ele resgatou 18 vezes? Sempre o mesmo cachorro? Às vezes amarrado na árvore, às vezes dentro do bueiro. O coitado até abanava o rabinho quando ele chegava para fotografar o resgate e pedir dinheiro.
- É mesmo, então vamos para a clínica. Vou precisar pedir dinheiro emprestado para minha mãe, pois meu salário acabou no dia seguinte ao pagamento. Quando eu receber meu 13º salário eu pago a ela.
- Tá certo, eu te ajudo no transporte, mas deixe pelo menos o Bimbo, pois ele é velho, surdo e mudo. Dorme o dia inteiro e não vai incomodar o “mala” do Sr. Mauro.
E assim naquele final de semana a rua do Plácido ficou tranquila. Os cães no hotel da clínica e Plácido junto, pois não abriu mão de passar a noite com eles. Dona Wanda teve uma crise de pressão alta, por conta da situação e foi internada, para dormir no hospital até melhorar. Deinha foi escalada para dormir na residência do professor e junto com o Bimbo tomar conta da casa.
E o Sr Mauro, ficou tão feliz com o silêncio, que levou a família toda para jantar fora e comemorar até tarde.
E foi justamente no silêncio da noite, com Deinha e Bimbo roncando alto juntos, que estacionou uma Kombi branca na porta do Sr. Mauro, 5 homens vestidos de preto e com capuz na cabeça entraram na casa e carregaram tudo que puderam para dentro do carro e partiram sem deixar pistas. Para não dizer que carregaram tudo, deixaram um carnê das Casas Bahia, com 48 prestações, dos móveis e eletrodomésticos que o Sr. Mauro havia comprado.
Foto: Portal Sananduva
Foto: Portal Sananduva
No dia seguinte ainda abalado, o vizinho furtado procurou o professor e disse:
- Olha Seu Plácido, roubaram a minha casa e levaram tudo. E não tinha nem um cachorro seu para dar o alarme. Vou comprar tudo novo de novo e mais para a frente vou me mudar daqui. Por enquanto quero dizer que vou retirar o processo e o senhor pode trazer os cachorros de volta. Ruim com eles e pior ainda sem eles.
E partiu cabisbaixo para dentro de casa.
Plácido lamentou o desfalque do vizinho, mas sem perder tempo, correu para a clínica e trouxe a turma do barulho toda de volta.
Veterinário Wilson Grassi
sábado, 19 de novembro de 2011
Petição apelidada de Lei Lobo pretende diminuir impunidade de donos que não exerçam posse responsáve
Ativistas pedem punições mais severas para maus tratos animais
Petição apelidada de Lei Lobo pretende diminuir impunidade de donos que não exerçam posse responsável
Verônica Mambrini, iG São Paulo | 18/11/2011 13:04
Texto:
Foram 15 dias de cuidados intensos na Clínica Frasson, em Piracicaba, a 160 km de São Paulo. Mas o rottweiler Lobo não resistiu e morreu na noite de terça-feira (15). O caso causou comoção em Piracicaba e a história se espalhou pela internet. Na quarta-feira, Lobo se tornou rapidamente um dos assuntos mais comentados no Twitter, e as ONGs de proteção animal ligadas ao caso criaram uma petição online exigindo punições mais severas para quem maltratar animais.
Foto:
Lobo, quando chegou à clínica em Piracicaba. O cão foi arrastado por cerca de um quilômetro
Além de repudiar a morte de Lobo, a petição defende mudança nas leis para aumentar as punições aos donos em caso de maus-tratos, abandono e mortes dos animais, com ou sem dolo. Hoje, diante de denúncia de maus-tratos, o procedimento é abrir um inquérito e investigar o caso, com registro em boletim de ocorrência.
De acordo com a Lei 9.605/98, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa, que podem ser convertidas em penas alternativas, como doação de cestas básicas. Para especialistas, essas punições são excessivamente brandas.
Como forma de chamar a atenção, a cerimônia de cremação do corpo do rottweiler poderá ser transmitida pela internet, de acordo com Miriam Miranda, presidente da organização não governamental (ONG) Vira-lata Vira Vida. As cinzas ficariam enterradas numa urna no jardim da ONG. Se não houver cremação, o corpo será enterrado em um terreno do abrigo que a Vira-Lata mantém.
Sob inquérito
O corpo do rottweiler Lobo está sob a tutela do Centro de Controle de Zoonoses da cidade, e será liberado mediante decisão judicial, já que a defesa do tutor do cão, o motorista Cláudio César Messias, pode pedir exames. O motorista alegou à polícia que arrastou o cachorro por cerca de um quilômetro por acidente, e fugiu do local do crime porque achou que o cão já estivesse morto. Depois do acidente, o cachorro passou por duas cirurgias e teve uma das patas dianteiras amputadas.
De acordo com a advogada da ONG, até a última quarta-feira (16), o dono não havia entrado com qualquer pedido no fórum central do município para reaver o corpo do cachorro. “Entendemos que esse é um momento de reflexão e que devemos respeitar a vida e o sofrimento desse animal. Devemos a Lobo não permitir que sua morte seja banalizada, pelo contrário, fazer dela um encorajamento pela luta contra os maus tratos a todos os animais”, divulgou a ONG em comunicado.
Petição apelidada de Lei Lobo pretende diminuir impunidade de donos que não exerçam posse responsável
Verônica Mambrini, iG São Paulo | 18/11/2011 13:04
Texto:
Foram 15 dias de cuidados intensos na Clínica Frasson, em Piracicaba, a 160 km de São Paulo. Mas o rottweiler Lobo não resistiu e morreu na noite de terça-feira (15). O caso causou comoção em Piracicaba e a história se espalhou pela internet. Na quarta-feira, Lobo se tornou rapidamente um dos assuntos mais comentados no Twitter, e as ONGs de proteção animal ligadas ao caso criaram uma petição online exigindo punições mais severas para quem maltratar animais.
Foto:
Lobo, quando chegou à clínica em Piracicaba. O cão foi arrastado por cerca de um quilômetro
Além de repudiar a morte de Lobo, a petição defende mudança nas leis para aumentar as punições aos donos em caso de maus-tratos, abandono e mortes dos animais, com ou sem dolo. Hoje, diante de denúncia de maus-tratos, o procedimento é abrir um inquérito e investigar o caso, com registro em boletim de ocorrência.
De acordo com a Lei 9.605/98, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa, que podem ser convertidas em penas alternativas, como doação de cestas básicas. Para especialistas, essas punições são excessivamente brandas.
Como forma de chamar a atenção, a cerimônia de cremação do corpo do rottweiler poderá ser transmitida pela internet, de acordo com Miriam Miranda, presidente da organização não governamental (ONG) Vira-lata Vira Vida. As cinzas ficariam enterradas numa urna no jardim da ONG. Se não houver cremação, o corpo será enterrado em um terreno do abrigo que a Vira-Lata mantém.
Sob inquérito
O corpo do rottweiler Lobo está sob a tutela do Centro de Controle de Zoonoses da cidade, e será liberado mediante decisão judicial, já que a defesa do tutor do cão, o motorista Cláudio César Messias, pode pedir exames. O motorista alegou à polícia que arrastou o cachorro por cerca de um quilômetro por acidente, e fugiu do local do crime porque achou que o cão já estivesse morto. Depois do acidente, o cachorro passou por duas cirurgias e teve uma das patas dianteiras amputadas.
De acordo com a advogada da ONG, até a última quarta-feira (16), o dono não havia entrado com qualquer pedido no fórum central do município para reaver o corpo do cachorro. “Entendemos que esse é um momento de reflexão e que devemos respeitar a vida e o sofrimento desse animal. Devemos a Lobo não permitir que sua morte seja banalizada, pelo contrário, fazer dela um encorajamento pela luta contra os maus tratos a todos os animais”, divulgou a ONG em comunicado.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Nunca mais acontecerá uma tourada em Barcelona
Nunca mais acontecerá uma tourada em Barcelona
Acabou a tortura
Os ativistas pelos direitos dos animais estão em festa na Espanha e no mundo todo. Aconteceu neste domingo em Barcelona, região da Catalunha, a última tourada. Proibido por lei, o evento sangrento não poderá se repetir na região da Catalunha, cuja capital é Barcelona, conhecida internacionalmente por suas touradas.
A indústria das touradas daquela região já começou um movimento para que elas voltem. É claro que os ativistas vão lutar para que isso não aconteça. Quando poderemos comemorar o último rodeio do Brasil?
segunda-feira, 15 de março de 2010
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